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Dados, imprensa, reputação e comunicação.
Análises, estudos e reflexões sobre como transformar pesquisa e dados em narrativa, PR e presença pública qualificada.
Quiet luxury depois do hype
Depois do auge, o luxo discreto deixou de distinguir automaticamente. Seu código virou tutorial, hashtag e repertório copiável.
O pequeno prazer em tempos de inflação
Cafés, doces e lanches viraram pequenas compensações emocionais em meio à inflação. A cultura do mimo revela o consumo como válvula de escape.
O som da comunidade: como a música redefiniu a distribuição cultural e a economia da atenção
A música mostra que cultura não circula apenas por distribuição corporativa. Comunidades de fãs e plataformas reorganizaram a economia da atenção.
Luxo no Brasil não é classe A
Classe A mede capacidade de consumo; luxo exige raridade, capital cultural e barreiras de acesso. No Brasil, essa confusão distorce posicionamentos.
O império da simplificação na indústria de alimentos
O rótulo limpo virou resposta ao cansaço do consumidor diante de tantas promessas. A clareza passou a funcionar como ativo de confiança.
IA, concentração de capital e a volta do analógico
A IA virou infraestrutura de capital, energia e distribuição. Quanto mais o digital se concentra, mais o analógico reaparece como contracultura plausível.
O eu digital pós-morte: a privatização da memória e a ilusão do legado nas redes sociais
A memória pessoal migrou para servidores privados. A pergunta deixou de ser só quem herda os bens: é quem governa os rastros digitais depois da morte.
A cultura GLP-1: como um hormônio sintético está reorganizando categorias inteiras de consumo
Ozempic, Wegovy e Mounjaro deixaram a bula e entraram na planilha de risco setorial. GLP-1 virou variável de comida, bebida, moda e estética.
Moda, luxo e beleza: o corpo como mídia e território reputacional
O corpo virou interface de comunicação, capital simbólico e ativo reputacional. Moda, luxo e beleza agora disputam a própria superfície biológica.
Consumo popular não é consumo simples: o que R$ 300 bilhões nas favelas revelam sobre inteligência cultural
Favelas e periferias movimentam uma economia simbólica complexa. O erro das marcas é tratar consumo popular como sinônimo de preço baixo.
O conflito de capital na economia da influência: a cobrança por conversão em uma mídia de confiança
Marcas compram capital cultural de criadores, mas cobram conversão imediata. A miopia métrica virou o impasse central da economia da influência.
O colapso do antes e depois: a crise da evidência visual no mercado de saúde e beleza
Filtros, IA e medicalização da aparência corroeram a autoridade das imagens de transformação. O antes e depois virou prova sob suspeita.
Biohacking popularizado: o corpo virou painel de controle
Dispositivos vestíveis, suplementos e protocolos de longevidade viraram mercado de massa. A ciência ainda não confirma boa parte do entusiasmo.
A auditoria do manifesto: o regime de prova para alegações ambientais na indústria de alimentos
Sustentabilidade saiu da promessa publicitária e entrou no regime da prova. O risco está em exagerar e em não conseguir auditar o que se afirma.
O algoritmo e a perda do gosto pessoal: quando a curadoria se torna invisível
A recomendação automatizada prometeu descoberta infinita, mas também pode estreitar repertórios, reforçar vieses e tornar a curadoria invisível.